O Ministério Público de Pernambuco está apurando a denúncia de um suposto abuso sexual envolvendo um professor da rede estadual de ensino de Garanhuns/PE. O caso foi levado ao órgão pela própria vítima e por seu namorado. A jovem já prestou depoimento inicial sobre o fato, que também está sendo investigado pela Delegacia da Mulher.
Segundo a acusação, os abusos ocorreram no final de 2021, quando a jovem era estudante da Escola Henrique Dias. Na época, o investigado atuava como professor da adolescente, mas atualmente ocupa o cargo de diretor da instituição.
Em seu relato, a vítima narra que o assédio começou com o envio de mensagens de teor sexual e abordagens inadequadas no ambiente escolar, incluindo toques físicos indesejados ao longo do período em que ela era aluna, então com 17 anos. De acordo com o depoimento, a conduta escalou para um abuso sexual com conjunção carnal não consentida no final de 2021, quando ela já havia atingido a maioridade.
O documento aponta que o educador teria se aproveitado de um momento vulnerabilidade psicológica da estudante para cometer o crime, levando-a a um motel, onde consumou o ato com conjunção carnal.
Ainda segundo a jovem, o homem a levou mais uma vez ao local, mas ela resistiu à segunda investida e conseguiu se desvencilhar.
A representação enviada ao MPPE indica que a situação não é isolada. O relato sinaliza que outras alunas também teriam sido assediadas sexualmente pelo investigado. Informações apontam, inclusive, que as queixas sobre o comportamento do professor chegaram ao conhecimento da gestão da época e que o problema era perceptível no dia a dia.
Outros docentes já achavam a situação estranha o que levou o professor a pedir diversas vezes para que a vítima procurasse a coordenação e afirmasse que não havia nada de errado.
Na notícia de fato, o MPPE aponta que, diante de relatos de assédios contínuos e possível abuso de vulnerabilidade, as condutas podem se enquadrar em diferentes crimes sexuais, como violação sexual mediante fraude, assédio sexual ou até estvp4o.
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO SE POSICIONA
A Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE) enviou ao V&C uma nota sobre a denúncia de suposto abuso sexual que está sendo apurada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) envolvendo um servidor da rede estadual de ensino em Garanhuns, Agreste de Pernambuco.
No posicionamento, a pasta informou que, assim que tomar conhecimento formal dos fatos e tiver acesso às informações necessárias, adotará todas as medidas cabíveis para apurar o caso.
"A Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (SEE) informa que tão logo tome conhecimento formal dos fatos e tenha acesso às informações necessárias, adotará todas as medidas cabíveis para apurar a situação com o rigor, a seriedade e a responsabilidade que o tema exige, observando o devido processo legal", diz trecho da nota.
A Secretaria afirmou ainda que repudia qualquer forma de violência e que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.
"A pasta ressalta que repudia veementemente qualquer forma de violência e se coloca à disposição das autoridades competentes para colaborar integralmente com as investigações. Reforça ainda seu compromisso com a proteção dos estudantes e com a promoção de um ambiente escolar seguro, acolhedor e respeitoso para toda a comunidade escolar", conclui a nota..
A reportagem não conseguiu contato com o diretor.
O Ministério Público de Pernambuco está apurando a denúncia de um suposto abuso sexual envolvendo um professor da rede estadual de ensino de Garanhuns/PE. O caso foi levado ao órgão pela própria vítima e por seu namorado. A jovem já prestou depoimento inicial sobre o fato, que também está sendo investigado pela Delegacia da Mulher.
Segundo a acusação, os abusos ocorreram no final de 2021, quando a jovem era estudante da Escola Henrique Dias. Na época, o investigado atuava como professor da adolescente, mas atualmente ocupa o cargo de diretor da instituição.
Em seu relato, a vítima narra que o assédio começou com o envio de mensagens de teor sexual e abordagens inadequadas no ambiente escolar, incluindo toques físicos indesejados ao longo do período em que ela era aluna, então com 17 anos. De acordo com o depoimento, a conduta escalou para um abuso sexual com conjunção carnal não consentida no final de 2021, quando ela já havia atingido a maioridade.
O documento aponta que o educador teria se aproveitado de um momento vulnerabilidade psicológica da estudante para cometer o crime, levando-a a um motel, onde consumou o ato com conjunção carnal.
Ainda segundo a jovem, o homem a levou mais uma vez ao local, mas ela resistiu à segunda investida e conseguiu se desvencilhar.
A representação enviada ao MPPE indica que a situação não é isolada. O relato sinaliza que outras alunas também teriam sido assediadas sexualmente pelo investigado. Informações apontam, inclusive, que as queixas sobre o comportamento do professor chegaram ao conhecimento da gestão da época e que o problema era perceptível no dia a dia.
Outros docentes já achavam a situação estranha o que levou o professor a pedir diversas vezes para que a vítima procurasse a coordenação e afirmasse que não havia nada de errado.
Na notícia de fato, o MPPE aponta que, diante de relatos de assédios contínuos e possível abuso de vulnerabilidade, as condutas podem se enquadrar em diferentes crimes sexuais, como violação sexual mediante fraude, assédio sexual ou até estvp4o.
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO SE POSICIONA
A Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE) enviou ao V&C uma nota sobre a denúncia de suposto abuso sexual que está sendo apurada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) envolvendo um servidor da rede estadual de ensino em Garanhuns, Agreste de Pernambuco.
No posicionamento, a pasta informou que, assim que tomar conhecimento formal dos fatos e tiver acesso às informações necessárias, adotará todas as medidas cabíveis para apurar o caso.
"A Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (SEE) informa que tão logo tome conhecimento formal dos fatos e tenha acesso às informações necessárias, adotará todas as medidas cabíveis para apurar a situação com o rigor, a seriedade e a responsabilidade que o tema exige, observando o devido processo legal", diz trecho da nota.
A Secretaria afirmou ainda que repudia qualquer forma de violência e que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.
"A pasta ressalta que repudia veementemente qualquer forma de violência e se coloca à disposição das autoridades competentes para colaborar integralmente com as investigações. Reforça ainda seu compromisso com a proteção dos estudantes e com a promoção de um ambiente escolar seguro, acolhedor e respeitoso para toda a comunidade escolar", conclui a nota..
A reportagem não conseguiu contato com o diretor.